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A suplente de senadora Margarth Buzetti (PP), que apoiou a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou que não fará oposição ferrenha ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso venha a assumir a cadeira.

“Todos os projetos que forem bons para o País e para Mato Grosso, não farei oposição a nenhum governo. Ser oposição por oposição não é benéfico para ninguém. Você tem que votar junto com o país, Mato Grosso, com o setor produtivo”, afirmou à imprensa.

A declaração ocorre em meio as especulações de que os petistas teriam descartado nomear o senador Carlos Fávaro (PSD) para chefiar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) por conta da posição bolsonarista de Buzetti.

Caso ele fosse para a Pasta, seria ela quem assumiria a cadeira no Senado.

Enquanto ocupou a vaga no Senado neste ano, a suplente se posicionou como bolsonarista ferrenha.

A empresária afirmou não ter conversado com o senador sobre o assunto, mas ponderou que um ministro da agricultura vindo de lideranças do Estado refletiria em benefícios ao setor.

“É só lembrar a época que tivemos o ministro Blairo Maggi, o próprio Neri Geller. Foi muito bom para Mato Grosso e não seria diferente com o Fávaro”, afirmou.

Opções

À imprensa, o vice de Lula e coordenador da equipe de transição, Geraldo Alckmin (PSB), admitiu que Fávaro é um “bom nome” para ocupar a Pasta, mas ainda não se definiu sobre o assunto.

Além do senador de Mato Grosso, também são cotado o deputado federal cassado Neri Geller (PP), a senadora Simone Tebet (MDB) e o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB).

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