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MARINA FERREIRA, CLAUDIA MEIRELES

Os olhos da imprensa mundial, principalmente da britânica, estão voltados para a rainha Elizabeth II. Na quinta-feira (21/10), o Palácio de Buckingham comunicou que a monarca precisou ficar internada por um dia para “investigações preliminares”.

Mesmo relutante, a soberana de 95 anos atendeu às ordens médicas e parou de cumprir totalmente a agenda. Segundo fontes, obrigaram a matriarca da dinastia Windsor de faltar até os compromissos religiosos.

Nesse domingo (24/10), Elizabeth deveria comparecer à Capela de Todos os Santos, em Windsor. Mas, em razão das medidas médicas, ela optou por poupar energia e perdeu o culto.

“Ir à igreja no domingo parece apenas um pequeno evento, mas é algo muito importante para a rainha e para qualquer mulher de sua idade. Ela é muito religiosa e vai à igreja todos os domingos. Estou muito feliz por ela não ter ido, porque talvez esteja ouvindo e concordando em recuar temporariamente”, disse a expert real Angela Levin ao The Sun.

Nas notas divulgadas pelo Palácio de Buckingham e apurações da mídia, afirma-se que a rainha cancelou os compromissos para poder estar na cúpula ecológica em Glasgow, na Escócia, na próxima segunda-feira (1º/11). O evento reunirá líderes mundiais para debater as mudanças climáticas no COP26. A

saúde de Elizabeth virou uma das principais pautas da imprensa nos últimos dias desde que médicos ordenaram o cancelamento de uma viagem que ela faria para a Irlanda do Norte.Embora a presença da monarca no COP26 esteja confirmada, há um burburinho em torno do assunto. Conforme apurou o The Mirror, os profissionais de saúde da realeza tem agido com uma “abordagem compreensivelmente cautelosa”.

Uma fonte afirmou que a internação da rainha ocorreu devido “razões práticas” por conta da jornada de 42 quilômetros de volta ao Castelo de Windsor. Os médicos ficaram em alerta após Elizabeth aparecer de bengala.

Diante dos “sustos” com a saúde de Elizabeth, os integrantes da dinastia Windsor se reuniram para ficar com a rainha e apoiá-la no atual momento. Primogênito da monarca e herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles aumentará o tempo que passa no Castelo de Windsor. Outros membros da família real assumirão funções do futuro rei. A princesa Anne também está na propriedade onde está a mãe.

“A rainha é chefe de Estado, mas também é mãe, avó e bisavó”, disse um informante da realeza britânica. Segundo o The Sun, Charles e Anne devem permanecer em Windsor nas próximas semanas, já os outros familiares de Elizabeth “estarão ligando para ajudar a cumprir os deveres de sua majestade”. Considerado o filho queridinho da soberana, o príncipe Andrew virá visitá-la com frequência, pois mora perto do castelo de Windsor.

Caçula da rainha, Edward e a mulher, Sophie Rhys-Jones, são visitantes regulares de Windsor. Rumores de que o príncipe William e Kate Middleton se mudariam para as proximidades do castelo de Windsor a fim de ficar mais próximo da soberana britânica foram negados pelo Palácio de Buckingham. Correspondente real da BBC, Nicholas Witchell acusou os colaboradores reais de manter em sigilo a condição de saúde de Elizabeth.

 

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